quinta-feira, maio 20, 2010
Lameiro Poker Tour
quinta-feira, janeiro 21, 2010
Réveillon na terra onde se diz réveillon
Efectivamente, este réveillon foi de todos os que eu passei durante a minha vida aquele que mais me arrepiou, tal era o frio sentido naquela cidade francesa de seu nome PARIS. Acho que não só para mim, mas como para o resto dos meus compinchas que a certa altura deixaram as modernices de lado e reclamaram por umas belas a antigas ceroulas.
A comunidade CRC residente em Luzern esperou que chegasse o amigo Peter Cross e sua esposa para que pudéssemos rumar à capital de França. Uma vez chegados ao hotel já lá andava o nosso amigo Markito às voltas ansioso por nos dar um forte e sentido abraço e de nos levar a ver a sepultura de um grande drogado - Jim Morrisson. Para nós (grupo de drogados) ir a Paris e não ver a sepultura do James Douglas Morrisson é como o Neco ir a Vila Pouca e não parar na tasca do verdinho. Finda a visita ao cemitério do Père-Lachaise , fomos virados à Torre de Montparnasse, para ver Paris à noite. Foi fixe. Este grande dia que para nós começou às 6 da manhã, foi uma autêntica correria. Quando saimos da Torre fomos virados aos magazans para comprar uns sapatitos, visto que tinhamos reservado para esse mesmo dia uma mesa no cabaret Moulin Rouge para assistir a um show onde há, e parafraseando o Nelo, MAMAS À VONTADE. Enquanto o Flip e o Makito andavam à procura de de calçado os amigos Peter Cross e Jonh Ricardo bebiam uma cervejas e comiam uns biscoitos (pois não de se deve beber sem comer), nos bar dos magazans. Sapatos comprados, dinheiro gasto, fomos virados ao hotel para um duche, mudar de roupa e jantar aquela que foi até hoje a melhor refeição que alguma vez comemos à noite, no dia 30 de Dezembro de 2009. Já de barriga cheia fomos de seguida assistir ao show no Moulin que foi de maravilha. VALEU A PENA, HEIN!!!!
Último dia do ano - Acordamos, tomamos uma valente piqueno-almoço e fomos fazer um tour de 500 Km à cidade de Paris a pé, num dia em que faziam 50ºC negativos. Foi fixe. Vimos mais uma sepultura, mas desta vez a do Napoleão (atenção não é o do Couto), fomos à Torre Eiffeil, Campos Elísios, Arco do Triunfo, Praça da Concórdia, Notre Dame e vimos o nosso conterrânio Filipe Sá. Depois foi só esperar pela meia-noite, beber champagne e casa. Foi fixe.








A comunidade CRC residente em Luzern esperou que chegasse o amigo Peter Cross e sua esposa para que pudéssemos rumar à capital de França. Uma vez chegados ao hotel já lá andava o nosso amigo Markito às voltas ansioso por nos dar um forte e sentido abraço e de nos levar a ver a sepultura de um grande drogado - Jim Morrisson. Para nós (grupo de drogados) ir a Paris e não ver a sepultura do James Douglas Morrisson é como o Neco ir a Vila Pouca e não parar na tasca do verdinho. Finda a visita ao cemitério do Père-Lachaise , fomos virados à Torre de Montparnasse, para ver Paris à noite. Foi fixe. Este grande dia que para nós começou às 6 da manhã, foi uma autêntica correria. Quando saimos da Torre fomos virados aos magazans para comprar uns sapatitos, visto que tinhamos reservado para esse mesmo dia uma mesa no cabaret Moulin Rouge para assistir a um show onde há, e parafraseando o Nelo, MAMAS À VONTADE. Enquanto o Flip e o Makito andavam à procura de de calçado os amigos Peter Cross e Jonh Ricardo bebiam uma cervejas e comiam uns biscoitos (pois não de se deve beber sem comer), nos bar dos magazans. Sapatos comprados, dinheiro gasto, fomos virados ao hotel para um duche, mudar de roupa e jantar aquela que foi até hoje a melhor refeição que alguma vez comemos à noite, no dia 30 de Dezembro de 2009. Já de barriga cheia fomos de seguida assistir ao show no Moulin que foi de maravilha. VALEU A PENA, HEIN!!!!
Último dia do ano - Acordamos, tomamos uma valente piqueno-almoço e fomos fazer um tour de 500 Km à cidade de Paris a pé, num dia em que faziam 50ºC negativos. Foi fixe. Vimos mais uma sepultura, mas desta vez a do Napoleão (atenção não é o do Couto), fomos à Torre Eiffeil, Campos Elísios, Arco do Triunfo, Praça da Concórdia, Notre Dame e vimos o nosso conterrânio Filipe Sá. Depois foi só esperar pela meia-noite, beber champagne e casa. Foi fixe.






sexta-feira, dezembro 11, 2009
Visita de estudo
Efectivamente, foi com grande prazer que recebemos aqui no País onde neva e as vacas pastam (vacas grandes e gordas... e também vaidosas, como terão oportunidade de verificar aqui neste post), o amigo Professor Joaquim que ganhou esta viagem numa promoção dos sumos Buçaco. Deixo-vos com algumas fotos que relatam o que por cá se passou.




























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