quinta-feira, abril 30, 2009
segunda-feira, abril 20, 2009
Na Suíça... à procura do Lúcio (espécie de peixe)
Efectivamente, partimos para a terra onde neva e as vacas pastam (vacas grandes e gordas) com o intuíto de caçar um Lúcio para grelhar.


dia da chegada foi bastante desgastante pelo que tivemos que ficar no sofá a relaxar e a beber um chá suíço feito à base de tremoços e iscas de fígado. No dia seguinte fomos à procura do Lúcio como demonstra a 2º figura. Não fomos os únicos; o barco estava cheio de pessoas à procura de um Lúcio para grelhar assim que chegassem a casa. Lúciomania. LOL


Não avistámos qualquer tipo de peixe parecido com o Lúcio, pelo que decidimos verificar a fisionomia do animal numa foto que imprimimos em casa do César da Povóa, mais conhecido por Caça-Lúcios.


Acabámos por não encontrar o Lúcio. Optámos então por tirar fotografias a uma zona parecida com o Brás Alves e aos animais que quando se ordenham gritam de dor, visto que lhe estão a tirar Toblerones inteiros.


Foi então que nos lembramos de uma conversa que tivemos com César: "Se não há lúcios na água, procurai lúcios no monte e lá encontrarás a salvação". Fez-se luz nas nossas cabeças e subimos o monte mais próximo onde os Lúcios poderiam andar a pastar. Procurámos, prócuramos, olhámos cá para baixo munidos de potentes canhões para dar cabo de qualquer Lúcio que nos aparecesse à frente, mas infelizmente não detectámos nenhum.


Fomos embora desiludidos. Rumámos a outra paregens a Este onde poderíamos ter algum sucesso.


Chegados a mais um monte e encontrámos um urso! 5 minutos depois chegou outro urso (lol). Estou a brincar: era o Paulo.


Aproveitámos o facto de o Paulo ter chegado para tirar uma fotografia para a posteridade. De seguida fomos para a esplanada beber um chá de urtiga e debater a melhor estratégia para caçar Lúcios.


Depois de escolher a melhor estratégia de caçar Lúcios, rumámos até ao principado do Liechtenstein apenas para retemperar as forças e registar a passagem. Colocámo-nos de novo na estrada e fomos virados de novo a Oeste até à bonita cidade de Montreux (2º foto) na região francófona da Conferação Helvética. Esta cidade possui um enorme lago - Lago Léman - onde poderíamos ter algum sucesso na nossa saga.

Mais uma vez, e depois de muito procurar resolvemos descansar um pouco e vimos este Hotel (1º foto)que poderia ser um bom poiso, mas depois de ver os preços (demasiado baratos) decidímos ir tirar uma foto junto da estátua de Freddie Mercury e ir embora, rumo à cidade de Genève a fim de visitar os irmãos Costeau, peritos na caça ao Lúcio.


Depois de chegarmos a casa do Zé fomos prendados com um cabrito assado que ele próprio confecionou e deparámo-nos com um canito que por lá andava e que era bastante engraçado uma vez que tinhas os dentitos de fora, tal e qual, um Lúcio. Foi a alegria geral.


É possível ver, com recurso a esta fotos um Ricardo muito mais radiante, muito mais alegre quando tem um canito no regaço.

Depois de comer o cabrito e beber os conhecimentos relativos ao Lúcio, que os irmãos Costeau nos transmitiram, fomos para Luzern descansar, pois o outro dia era o último e tinhamos uma missão a cumprir. Assim, que acordámos fomos direccionados a umas quedas de água perto de Zurique - Rheinfall - e voilá... vimos peixes (1ª foto), mas para grande desgosoto nosso não eram os famosos Lúcios que o grande César canta nos seus versos. Eram peixes muito mansinhos e que se mantinham no mesmo sítio apenas para os turistas lhe tirarem fotografias. Se fossem Lúcios niguém conseguia estar em cima da ponte a observá-los, pois os Lúcios agridem quem os observa arrumando pedras e cuspindo espinhas de outros peixes.



Sem Lúcios na bagagem, voltámos de novo a Luzern para ir jantar com o Rui do espinho, que por ser sobrinho dos Inácios (rivais dos irmãos Costeau), não atina tanto para a pesca, preferindo o jogo das setas. Jantámos no restaurante que ele próprio gere e depois do repasto fomos para o café do galego Miguel onde tirámos a última foto em território estrangeiro.
Sem mais assunto para escrever, resta-me despedir-me de vós e espero que tenham gostado desta foto-novela. Saudações Lucianas
dia da chegada foi bastante desgastante pelo que tivemos que ficar no sofá a relaxar e a beber um chá suíço feito à base de tremoços e iscas de fígado. No dia seguinte fomos à procura do Lúcio como demonstra a 2º figura. Não fomos os únicos; o barco estava cheio de pessoas à procura de um Lúcio para grelhar assim que chegassem a casa. Lúciomania. LOL
Não avistámos qualquer tipo de peixe parecido com o Lúcio, pelo que decidimos verificar a fisionomia do animal numa foto que imprimimos em casa do César da Povóa, mais conhecido por Caça-Lúcios.
Acabámos por não encontrar o Lúcio. Optámos então por tirar fotografias a uma zona parecida com o Brás Alves e aos animais que quando se ordenham gritam de dor, visto que lhe estão a tirar Toblerones inteiros.
Foi então que nos lembramos de uma conversa que tivemos com César: "Se não há lúcios na água, procurai lúcios no monte e lá encontrarás a salvação". Fez-se luz nas nossas cabeças e subimos o monte mais próximo onde os Lúcios poderiam andar a pastar. Procurámos, prócuramos, olhámos cá para baixo munidos de potentes canhões para dar cabo de qualquer Lúcio que nos aparecesse à frente, mas infelizmente não detectámos nenhum.
Fomos embora desiludidos. Rumámos a outra paregens a Este onde poderíamos ter algum sucesso.
Chegados a mais um monte e encontrámos um urso! 5 minutos depois chegou outro urso (lol). Estou a brincar: era o Paulo.
Aproveitámos o facto de o Paulo ter chegado para tirar uma fotografia para a posteridade. De seguida fomos para a esplanada beber um chá de urtiga e debater a melhor estratégia para caçar Lúcios.
Depois de escolher a melhor estratégia de caçar Lúcios, rumámos até ao principado do Liechtenstein apenas para retemperar as forças e registar a passagem. Colocámo-nos de novo na estrada e fomos virados de novo a Oeste até à bonita cidade de Montreux (2º foto) na região francófona da Conferação Helvética. Esta cidade possui um enorme lago - Lago Léman - onde poderíamos ter algum sucesso na nossa saga.
Mais uma vez, e depois de muito procurar resolvemos descansar um pouco e vimos este Hotel (1º foto)que poderia ser um bom poiso, mas depois de ver os preços (demasiado baratos) decidímos ir tirar uma foto junto da estátua de Freddie Mercury e ir embora, rumo à cidade de Genève a fim de visitar os irmãos Costeau, peritos na caça ao Lúcio.
Depois de chegarmos a casa do Zé fomos prendados com um cabrito assado que ele próprio confecionou e deparámo-nos com um canito que por lá andava e que era bastante engraçado uma vez que tinhas os dentitos de fora, tal e qual, um Lúcio. Foi a alegria geral.
É possível ver, com recurso a esta fotos um Ricardo muito mais radiante, muito mais alegre quando tem um canito no regaço.
Depois de comer o cabrito e beber os conhecimentos relativos ao Lúcio, que os irmãos Costeau nos transmitiram, fomos para Luzern descansar, pois o outro dia era o último e tinhamos uma missão a cumprir. Assim, que acordámos fomos direccionados a umas quedas de água perto de Zurique - Rheinfall - e voilá... vimos peixes (1ª foto), mas para grande desgosoto nosso não eram os famosos Lúcios que o grande César canta nos seus versos. Eram peixes muito mansinhos e que se mantinham no mesmo sítio apenas para os turistas lhe tirarem fotografias. Se fossem Lúcios niguém conseguia estar em cima da ponte a observá-los, pois os Lúcios agridem quem os observa arrumando pedras e cuspindo espinhas de outros peixes.
Sem Lúcios na bagagem, voltámos de novo a Luzern para ir jantar com o Rui do espinho, que por ser sobrinho dos Inácios (rivais dos irmãos Costeau), não atina tanto para a pesca, preferindo o jogo das setas. Jantámos no restaurante que ele próprio gere e depois do repasto fomos para o café do galego Miguel onde tirámos a última foto em território estrangeiro.
Sem mais assunto para escrever, resta-me despedir-me de vós e espero que tenham gostado desta foto-novela. Saudações Lucianas
sexta-feira, abril 03, 2009
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