sexta-feira, março 31, 2006

Mas afinal o que é o CRC?


Para todos aqueles iluminados que visitam o nosso blog e que pensem que CRC queira dizer Conservatória do Registo Comercial, não vão por aí. Os CRC são um grupo de amigos que se conheçem à mais de oito dias e que de vez em quando se reúnem para discutir qual o melhor caminho a tomar em direcção ao horizonte. Qual será o melhor caminho para chegar ao horizonte? Qual é? É esta interrogação retórica que nos faz viver, que nos faz mexer, ou melhor que não nos deixa sucumbir perante o pasmo da sociedade em que estamos incrustados. Este grupio (chamemos-lhe assim em homenagem a um homem que nos ensinou muito e vôçes sabem de quem estou a falar), nasceu em São Joaninho no ano em que o Planeta Terra completava 1994 voltas ao Sol desde que Jesus Cristo nasceu.
Penso que com esta explicação voçês (visitantes), já estarão convenientemente esclarecidos. Posto isto chegou a altura de falar de coisas sérias...
O nosso Primeiro-Ministro vai fazer uma digressão a Angola e levará com ele mais de metade de todo o executivo, e eu pergunto-me: será que José Sócrates estará tão farto dos seus ministros que lhes queira "pegar" a cólera? Ou será que eles vão para lá mas é curtir umas mulatinhas e dançar kizomba? As perguntas ficaram no ar... ou tu, sim tu... que 'tás aí a ler. Podes muito bem reponder às mesmas deixando um comentáriozito. Era de bom tom e nós gostaríamos de saber qual a tua opinião e não precisas de dizer quem és, porque mais cedo ou mais tarde nós vamos descobrir.

quarta-feira, março 29, 2006

Australopithecus


Hoje escrevo-vos no intuito de comunicar que as nossas vidas não passam disso mesmo, vidas! Enquanto seres humanos que somos, vamos sendo alvo das mais váriadas forças exteriores inerentes a derminadas ideologias correntes, que dominam a maior parte da nossa sociedade actual e que nos tentam escamutear os principios por nós adquiridos quando vamos, por exemplo, à pesca. Muita gente não sabe, mas quando vamos à pesca adquirimos principios de vida, sem nos apercebemos muito bem, porque afinal o que é a pesca?? A pesca é a caça do peixe, simplesmente isto. Às vezes ouço as pessoas a dizerem: hoje vou à caça do Javali... hoje vou à caça da perdiz; mas nunca ninguém diz: hoje vou à caça do peixe, preferem dizer: hoje vou à pesca, ora isto deixam-me a mim e a todos aqueles que seguem as minhas pedras que ponho no caminho, para não me perder, profundamente tristes.
Hoje li no Público, uma crónica do Eduardo Prado Coelho que dizia: "Hoje ir a uma pastelaria e pedir um chá tornou-se uma operação complexa. Ela passa por aquilo que Fernando Savater, num livro brilhante, analisou exaustivamente: "A coragem de escolher." Adeus a um simples chá preto de Ceilão. Agora somos confrontados com nomes exóticos que mostram a realidade efectiva da mundialização. Temos, em primeiro lugar, o chá verde. Mas não basta ser chá verde. Há aquele que é aromatizado com pétalas de hibisco ou de rosa... Há lojas de chá em cada esquina (exagero, claro). E a nossa infância envelheceu com as cores dos chás que nos assediam." Posto isto a minha dúvida paira no ar: o que terá dado ao Director deste prestigiado jornal - José Manuel Fernandes - para publicar tão insignificante crónica. O que pensará um jovem Dread, ou um simples Presidente de uma Junta, ao ler este artigo, sobre chás, repito, sobre chás? Por certo nunca mais se iram recompor de tamanho sofrimento.

segunda-feira, março 27, 2006

Contra fatos não há alfaiates



Tentar explicar o inexplicável! Desde os primórdios da era Paleolítica que a mente humana aliada à curiosidade tenta desvendar este enigma. Mas volvidos todos estes anos após a formação do planeta, surge a resposta à questão. Foi ontem enquanto dava de beber a quem trazia sede, que um homem em resposta a um amigo ousou dizer aquilo a que a Humanidade estava à espera de ouvir à muitos séculos a esta parte. Posta a problemática, do dito amigo, e todo o enredo em volta daquela história bizarra para a qual não havia resposta, eis que é disparada o solução para o problema. TINHA-SE EXPLICADO O INEXPLICÁVEL. Naquele preciso momento, enquanto o homem bebia o seu líquido alcoólico, era dada a resposta para tudo, coisa que nem Einstein conseguiu descobrir. Passo a citar a frase proferida por esse individuo: "Oh pá, isto é como tudo! Há dias e dias. Há dias de sorte e há outros dias do caralh*!" Fez-se história neste momento.